31 de jul de 2016

Hora de dar tchau... e mudar de casa

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Olá gente!

Foram quase 6 anos aqui no Planet Pink. Onde lá no início a ideia era só postar sobre esmaltes e desabafos e ao longo do caminho tudo foi tomando outra proporção e outro rumo. Foram anos de muito aprendizado e anos me dedicando com muito carinho a esse espaço. E sou muito grata por isso e por tanta gente maravilhosa que o blog me proporcionou conhecer.
Mas para quem me acompanha, vi que de um ano para cá a frequência de postagens caiu muito e eu já comentava a minha vontade de mudar. O nome do blog me incomodava há alguns anos, só que a preguiça e a procrastinação me impediam de fazer algo. Pensei em parar de blogar, várias vezes. Mas na verdade não era isso que eu queria, eu amo estar aqui, me satisfaz, me sinto realizada. Então eu sabia, eu precisava, era hora de mudar!

Com minha demissão do meu último emprego no inicio do ano, eu fechei mais um ciclo em minha vida, então eu precisava de uma renovação. Então, com muita coragem e amor pelo que faço, me dediquei a isso e hoje venho dar um adeus ao Planet Pink e convidar a vocês que conheçam, acompanhem e estejam comigo no meu novo espaço, o Blog Ei Nati.




Adeus Planet Pink e obrigada por tudo!


17 de jul de 2016

Resenha: Os Três

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*último livro enviado pela parceria com a Arqueiro*


Um livro onde quatro acidentes de avião acontecem ao mesmo tempo, causando a morte de centenas dos passageiros e onde sobrevivem apenas três crianças. Um livro onde em uma última gravação de uma das passageiras deixa subtendido que há um mistério envolvido. Tudo isso já seria o suficiente para o livro ser surpreendente e maravilhoso não é mesmo? Não!

Apesar desse livro dividir muitas opiniões dos leitores, eu o peguei para ler com a impressão que eu ia gostar dele. Mas na verdade, a única coisa que não me fez abandona-lo foi minha curiosidade sobre o motivo daquilo tudo.

As tragédias com os quatro aviões acontecem em pontos diferentes do mundo e após isso, apenas três crianças sobrevivem, uma de cada acidente.A partir daí acompanhamos a vida das famílias das crianças, como a impressa afetaria a vida deles e como as pessoas vão superando e encarando essa desgraça e esse milagre. Os Três é contado como se fosse um livro dentro de um livro, pois é uma compilação de histórias e fatos feita por um jornalista que iria publicar um livro sobre esse dia, que ficou conhecido na história como a Quinta-feira Negra.

Esse ponto de vista de ter um livro ficcional dentro do livro real é interessante, porém a forma como os capítulos foram arranjados deixou tudo confuso. Cada capítulo tratava de um parente de uma criança diferente. Então o leitor fica conhecendo os membros das famílias, suas crises, suas dificuldades e ainda fica conhecendo alguns amigos e afins. Ou seja, são muitos personagens para pouco conteúdo.

Se não houvesse tantos personagens com situações a contar, talvez tivesse dado certo. Mas ao ponto que eu ia lendo eu já não sabia mais quem estava narrando, a quem estavam se referindo. Então ficou tudo chato, massante e desinteressante. Eu não consegui criar nenhum vínculo com os personagens e nem ao menos as crianças sobreviventes se mostraram personagens interessantes. A única coisa que me movia a ler era a curiosidade de porque apenas crianças sobreviveram, mas em nenhum momento a leitura instigou minha curiosidade. Eu cheguei ao ponto de pular várias páginas em diversos momentos somente para terminar logo.

Apenas nas últimas vinte páginas, quase um epílogo, é que a autora conseguiu acelerar a história e criar um bom suspense, o que deveria ter sido feito desde o início. Mas mesmo assim não foi bom o bastante, pois ela conseguiu mudar completamente aquela que havia sido a melhor personagem do livro e com isso arrasou o final que foi dúbio.

Infelizmente, eu fui mais uma leitora que não gostou do livro, mas como sempre digo nenhuma resenha é absoluta, então se quiser se aventurar leia Os Três para tirar suas próprias conclusões. Mas para mim foi uma total perda de tempo.

Beijos

13 de jul de 2016

Músicas nos filmes do Joseph Gordon-Levitt

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Olá minha gente!

Hoje é dia do Rock e nada mais justo em fazer um post musical por aqui não é mesmo? Primeiro eu pensei em trazer algumas indicações de bandas novas, mas como não tenho escutado nada novo ultimamente ou não muito no segmento do rock, resolvi escrever um post que estava na minha cabeça já há algumas semanas.
Recentemente eu assisti com meu amor o filme 50/50 com Joseph Gordon-Levitt, o filme é ótimo como a maioria dos filmes do ator, que a propósito eu adoro desde 10 coisas que odeio em você e ainda mais depois de 500 dias com ela, mas quando estava assistindo eu percebi que os filmes do ator sempre tem uma trilha sonora incrível e é o que faz uma grande diferença nas histórias apresentadas.



São vários nomes da música que tocam durante os filmes do Joseph. Temos Pearl Jam, Radiohead, Lana del Rey em 50/50. Em 500 Dias com Ela temos She & Him, Simon & Garfunkel, The Smiths, Regina Spektor. E em Hesher, o filme com a trilha mais rock, as músicas ficam por conta do som do Metallica.
Preparei uma playlist com um pouco das músicas tocadas nos filmes, espero que gostem tanto quanto eu! :D




Não esquece de deixar seu comentário aqui embaixo e dizer qual seu filme preferido do ator. Ah, e me diga também se querem outros posts assim por aqui.
Beijos!